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terça-feira, 28 de setembro de 2010

mil e uma razões,

   As gotas de forma continua caem sobre seus olhos, vindas de tubulações desconhecidas, iluminam a sua mente, caminhando na reta de pensamento desfalca hipóteses de quem ou o quê pensar, só na vontade de correr em direção ao mar. Luzes artificiais me cegam, da mesma forma que maquiagens apagam mulheres, luzes apagam estrelas.

   Canta, sente a brisa e se deixa levar, no embalo olha pra cima e se inspira com o luar, momentos a só que são apreciados de forma que ninguém entenderia, pensamento ficou no trabalho, o esquema é tocar, tocar a arpa que habita o fundo do consciente, e de forma genérica emite seriedade, força no olhar para qualquer mal espantar.

    Deixa de tristeza, deixa os deuses terem inveja de nós, da nossa felicidade a nossa decepção sem nunca sabermos quem somos, deixa eles no mundo perfeito de respostas, são nossas mil e uma razões pra estar de alma lavada, e deixar os sentimentos fluírem deixando a roupa amassada, sabendo que tudo vai sempre acontecer de forma inesperada.

   Amor, amor, amor... Meio acabada, sua cabeça anda desesperada, não consegue nunca deixar de magoar, mesmo que sejam apenas sentimentos soltos no ar. A vida continua, e vou vivendo do fim pro começo, se quiser compania é só passar o endereço, deixando formada a idéia pra quando chegar, que essa nossa vida não tem preço.

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