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sábado, 18 de setembro de 2010

choices.


   Tudo que se imagina, quando criança, é encontrar alguém como nos filmes, onde no fim tudo da certo para os atores e atrizes principais. E a gente esquece que mesmo com finais felizes, alguém vai estar infeliz, em meio a toda essa neve, os coadjuvantes é que realmente vivem a história, a parte real, enquanto que a imaginária cabe aqueles que se contentam com o fim absolutamente igual.

   E claro, os heróis, sempre conseguindo o que querem a partir de ajudas sempre inconvenientes, seja divina ou humana, não passam de filhos de papai que se acostumaram a ter tudo, é ai que talvez se traduza a esperança, sempre conseguem o que querem mesmo quando rebaixados em algum momento do filme.

   Cada história tem seus heróis, todos conjuntos nessa mesma história, somos todos coadjuvantes de algo maior, somos os que perdem e caem, somos os que matam e morrem, pessoas que não conseguem com a razão e a pressão, não conciliam amor e ódio numa coisa só, somos todos as simples pessoas que o homem-aranha entre outros heróis salvam para garantir seu ego já formado.

   Mas cada qual aqui, neste terreno, é uma história, que vistas de um certo ponto escolhemos entre ser o garçom que serve a burguesia, ou o trabalhador que luta contra toda a hipocrisia; escolhemos entre a esperança e o fracasso, somos nós que desejamos ser o coadjuvante, ou o herói de nós mesmos.

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