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sábado, 29 de dezembro de 2012

poesia do poder

É muito nada para fazer
Chuvas de excesso de prazer
Sem solidão ou melancolia
Que amenizem o poder
e suas alegorias.

É muito sorriso amigo
É muito do próprio umbigo
A torta que eles servem
São fatias do que eles bebem.
Batidas de hipocrisia
Embriaguez de ironia.

Sorte ou Sabedoria?
Drogas de padaria
Religiões e mentes frias
Só para esquecer
Toda essa putaria.

Parece combinado
Tá tudo errado!
Chegamos ao veredicto
Se não empurrar
a gente vai atolar.

Será o Benedito?!
Para atolar, há de haver lama
ou
Um idiota
e um pouco de fãma.

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