Estou acostumando
com um tipo de moças
que vêem todos os dias
o mundo renascer.
Dessas que fazem questão
de dizer quem são
E o que esperam.
Sorrindo e encaixando
nossos sentimentos sob
raras luas cheias azuis.
Não sei se, por acaso,
Ou por capricho,
Elas sempre sabem o que
querem para si
E nisso não posso
estar incluso,
ou não quero.
Por essa mania de
ter tudo e não ver
nada.
A luz parece apagar
meus rastros deixados
pela estrada.
E a plenitude vêm
quando o resto se vai.
Nenhum comentário:
Postar um comentário