Eu sou o que eu não fiz,
o que vi e pelas quais passei.
Eu sou o que não sei.
Eu sou, o que são, foram
e um dia serão
minhas vivências.
Eu sou - o que - as aparências.
(me permitem ser)
No fim, eu nada sou,
sendo apenas o que ouvi,
o que falei ou, quase sempre,
o que farei.
Numa efemeridade constante
Apenas faço o que me permite
ser, a ideia que cada um quer ser
para si próprio.
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