Quando o vento gelado não lhe passa mais qualquer situação térmica, as mão frias cortam o vento indo e voltando repetidas vezes, os pés coçam cheios de alergia pelas mordidas de mosquitos e outros insetos afins. As dores de cabeça, por que motivo existiria o termo "arrependimento", talvez não fosse mais fácil em certas circunstâncias saber o que fazer e saber o motivo por fazer? Todos cometemos erros, e eles nos tornam humanos, porém, quem quer ser humano? Por que não se esconder de todos, e ser odiado de forma generalizada, talvez assim quando num dia qualquer encerrar esse livro de histórias produzido e escrito por si próprio ninguém vá dar pela sua falta.
Mas a circunstância que tudo isso se encaixa, talvez seja que, por e como qualquer ser humano o faria, é o sofrimento que faz ter vontade de terminar com tudo isso, e não a propriamente dita vida humana que superficializa toda essa situação; por que errar seja humano, e o perdão talvez se encaixe no divino? Seria o dever de qualquer pai avisar aos filhos o que lhes fará mal e o que lhes levaria ao bem.
E se Deus tivesse para cada um e nós um plano traçado e certo, que fosse qual fosse a escolha, nossa vida como as cordas de um violão, cada uma com um certo dedilhar um som diferente seria solto no ar que no final se traduziriam sempre as mesmas cinco cordas, onde a musicalidade só seria bela se o violinista fosse propriamente ábil com seu violão.
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