Nascer, viver e morrer, a vida tão hilária quando vista do auto, em teu semblante sorriso a vida se passa tão mais rápida, na tranqüilidade da repetição diária, encontrar o habitual que toma o nosso tempo com armas em punho, verdade seja dita, para encontrar os culpados por quê não admirar o espelho? As perspectivas de uma mente jovem, à procura da senhora felicidade, num devaneio da pura sensibilidade, feito flores que planam após desprender-se da árvore, o vento lhe sopra os cílios incomodando a retina, e fazendo-a piscar de forma lenta, a proteger os olhos com as delicadas mãos; com uma forte pancada na cabeça você acorda e percebe que seja qual for a dor, a distância nada se compara seja o que for.
Como só o cinema pode fazer, a vida segue como gaivotas em direção ao oceano, em todas as pedras tropeçar, tendo a humanidade como tua base e o amor como teu apoio, o importante é nunca deixar de levantar. Melhor do que ajoelhado perante toda essa violência numa população de obedientes zumbis, vou me arrastar sonhando com o alto, pelo menos feliz.





