É enorme a capacidade que tem o ser,
sem saber, sabendo o que falar,
não falando o que queria falar.
Coisas que levamos por teimosia,
ensinando muito de saber,
caretando, fumando, bebendo ou rezando,
novidade aqui, deixa tudo branco.
E para todo o pessoal que diz adeus,
não conseguem deixar de ver
a pontinha de medo que gela
e encobre as paredes que concretam o ser.
Excessividades, não são excepcionalmente
de todas evitáveis, alias,
não sei como ainda não fui,
quando muitos dizem fomos.
Sair daqui um minuto,
ir lá para dentro, aprender
o poder das palavras,
dúvidas e epifanias mescladas
em um sentimento que não se pode ver.
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