Onde está a realidade
senão no entrave mais obscuro?
Onde o nada virou tudo,
onde inexistem muros,
onde o tempo pôs rodas no futuro.
No infinito o silêncio declama vida.
A realidade como uma verdade.
A mentira conclama a maldade.
Questionamentos... O que é realidade?
Triste condição de imenso vazio?
Mas e a felicidade da mãe que pariu?
Seria a verdade então o meio-fio?
Aquilo que projeto mesclado ao recinto
embora ninguém diga, eu minto
e aquilo que vejo
acaba por ser o que sinto.
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