Não está mais baseado no que quero ou devo ser, no meu tamanho comparado a quem está do meu lado. Posso perder meu lugar ao sol, meu banco de praça e até meu amor próprio, se tudo o que me faz levitar está baseado no que nunca foi preciso alcançar. É tudo uma estrutura, não é fácil identificar cada uma delas, sob todo esse sistema, criado e projetado para nos derrubar, e faz pensar quem cai, que a vida é uma rotina, e o sopro de vida que continham os joven, vemos queimados em labaredas escuras, tanto quanto o cabelo nazista do inimigo.
Não é o que eu deixo de fazer que corresponde ao que eu sou, assim como pensamentos são a prova de balas, armas em punho, contra o monstro idealista, minha mente carregada com munição, apoiado em minha base, família, amigos.. amor. Até o início do ano tinha o plano para ser um, hoje termino sendo vários, dois, e tudo, menos sozinho. E se pedirem para que me ajoelhe, que o pelotão faça seu trabalho, pois contra uma parede de tijolos, ideais são como tanques de guerra, ao menos, a minha base não cederá.
E o meu podi de chegada, tem abraços de amigos e beijos de namorada.
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