segunda-feira, 12 de julho de 2010
3ª pessoa,
Adoro me pegar a incógnita numa escuridão que ficar a frente do monitor lhe causa cegueira precoce, vendo dessa forma não lhe aparecem muitos problemas. Triste, feliz e inconvenientemente pensativo, deixa estar o que for pra ser será, incrível pegar-se pensando nessa coisa de destino, se é isso que se tem ao certo com aquela linda menina de sorriso aberto, não existe o porquê de estar inseguro quando a única que deve satisfações lhe tem no pensamento mais puro.
Um parque ecológico hollywoodiano, um casal apaixonado, sob a sombra de uma árvore deitados. Até esqueceu de quem no seu colo está deitada, mais leve que o bater de asas de uma fada, salivando a calma procurando um beijo por ai perdido; um vento forte, cabelos volumosos, cabelos compridos espalhafatosamente se abrem como um pára-quedas no salto, desesperada tenta se recompor enquanto ele... Só quer declarar o seu imenso amor.
Serve como desabafo para outros, apego, lhe sinto o cheiro do cabelo, com o vento de supetão, uma flor brilhando a luz do sol. Nosso apego como um barco de papel, indo embora sentido mar; toda vez que ele vai repousar, só consegue pedir a Deus, e pra que tudo isso dure começa a rezar. Melhor jogar tudo pro alto, e ir à praia morar, por toda a eternidade, só pra na tua cabeça a sua imagem eternizar.
Queria aprender a tocar violão, só por poder escrever e recitar, queria lhe ver dormir, ver a luz do nascer solar, ver-te abrir os olhos castanhos que sob os raios de luz se tornam achocolatados, queria ao menos parar de escrever sob terceira pessoa e a qualquer momento conseguir destacar com palavras firmes vindas das cordas vocais cardíacas, seguindo a dica de um amigo, junto a uma flor - Bom dia meu amor-.
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