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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Na na na naia!

   Ela é paz pra palestina, fogo na babilônia. Igualdade, respeito e liberdade; entre os animais, somos os mais livres e ao mesmo tempo os mais presos, desse amor que liberta, as vezes solidão é o que nos resta. Solidão construtiva, ócio destrutivo, um incenso aceso, e os do dedo amarelo a gente vê sendo preso.

   Mas é isso, rever a responsa todo dia, acordar fazendo uma prece e lembra que quem é vivo sempre aparece. Em ocasiões assim, vários assuntos aparecem, você e seus irmãos, não precisa de mais nada, a gente já se reconhece; pensar no que se perdeu, pensar por pensar, são só lembranças do que poderia ter sido o meu 'eu'. Ninguém explica, de onde vêm, aonde fica...

   A gente fica sem saber o que falar, talvez, sabendo apenas como se portar. Pensar se compensa, e novamente a gente pensa, eu nunca saberei! Só sei que nada sei, razão ou emoção? Tá tudo junto no mesmo coração, querendo transformar esse mundo em uma só nação. Me vejo afundando, em cima toda a massificação, em baixo meus dois pés, sem qualquer chão; sem hora e sem estresse, as vezes explodiria o mundo, e ai, é só lembrar de tudo que acontece.

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