Até arrepia, gente que fecha a mão quando é melhor abraçar um irmão. Das coisas que fazer, viver e deixar acontecer, sem pressa, só não sei, espero, que assim não pode continuar, mudar, mudar e mudar, por que não deixar aquele mergulho no mar? O sol brilha mais forte, se duvidar, deixa as pernas pra fora e vê se não arde; depois de todo sol forte vêm a chuva, acalmar e esfriar, tranquilizar e fazer nascer, vida, amor e um pouco mais de caminhada, lembrar a todos de como é bom estar com a pessoa amada.
Noites de insônia, dias de cansaço, tô pra ver o dia em que tudo isso sucumbir; seguindo a doutrina vigente, não, se tá ligado, quando a noite cair é só chegar, o holofote é a lua e na rua a gente espera um atraso, podia ser até um abraço. E o suor, a transpiração onde fica? Observando o cálice gelado, de repente o vidro perece, e no fim a gente só ouve o que merece, o que parece.
A vida não da mole, depende quem, pra mim sim, o peso do mundo nas costas todos têm, a diferença se apresenta quando se sabe o peso, realidades aparecem e indiferença acaba por se tornar o que eles merecem. Difícil não é compreender ninguém, difícil acaba sendo ter de conviver com alguém, afinal, qual o equilíbrio que existe entre pessoas se não a utopia. Inveja e o contrário, verdadeiro e o oposto, a rua continua aberta, na espera de um páreo, sem nenhum bom moço.

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