São tantas as cobranças, probleminhas burgueses, tantas exigências, falta de amor, ausência, falsas expectativas, lições transparentes, finitude. Me fazem perder a vontade, preocupações próprias se dissipam, não parecem importar, existem coisas mais importantes.Agradar do rei a plebe, falta de maturidade, falta de naturalidade, tudo lhe falta, tudo você muda, e novamente tudo você vê ruir. Frieza, essa amiga minha, incorporei do esporte, esse gosto pelo vento; sou areia em dia de chuva, o vento seguindo, e imóvel estou encharcado no mesmo lugar.
Overdoses de positividade, regurgito tudo junto a palavras guardadas. Os olhos mais parecem prisões, o sentimento que antes facilmente escorria pela face, hoje se vê preso por cadeados que não o deixam sair, não é que eu já seja maduro, como não o poderia ser ainda, mas a criança que um dia correu pela relva, se escondeu, talvez, pra nunca mais voltar.
Junto uma por uma, flores mortas para completar o buquê, subo as escadas para o norte, lá onde a temperatura esteja compatível com a minha, me sirvo da solidão. Antes de sair, presencio um pouco de "maturidade", um pouco dessa bendita verdade, me sinto feliz, não sou adulto; me deprimo e recordo, criança feliz só em comercial da coca-cola.
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