Essa coisa de buscar o equilíbrio, por mais anedota que seja, não é tão abordada quanto deveria. Seria no mínimo mais fácil estabelecer-se, com a ajuda do outro, conscientes, você e ele; consciência, talvez algo superior, que nos leve a entrar em conexão com as possíveis mediações que podemos causar na vida do próximo pelo simples ato de cumprimentá-lo.Esqueceu-se da necessidade real, você mesmo, com as bordas dos pensamento cristalizados; personalidade existe, quer queira ou não, mas junto a ela, o raciocínio aparece feito as fadas dos contos da Disney (daquelas que realizam os desejos e tudo o mais), porém, ao invés de um prazo de meia noite para voltar pra casa, são postas duas lentes frente a sua realidade, te fazendo parecer um peixo com óculos para natação.
São tantas informações, dizem até ser a era do conhecimento, nado em meio a novas palavras, só que por um minuto eu paro pra pensar: só não me dizem o que eu quero escutar. Crença e ceticismo andam juntos, ou melhor, correm, disputam uma maratona em minha vida, daquelas infinitas onde uma fica ultrapassando o outro. Falta paciência, até os sentidos correm; novamente me vejo parado, observando, como a nossa vida é mesquinha.
