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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

passos pra trás,

   Sei que não existe apenas uma resposta, além do quê, o amor está em mim, mais vivo. Perfeição, utopia, todos esses nomes, encontro no palanque de chegada; ressentimentos que já nem doem mais, por onde andou? Enquanto crescia e não ouvia tudo aquilo que me faltava, vi tudo aquilo que precisava.

   Viver além de mim mesmo, é isso ai, como você achou que ia ser, uma vida simples é boa, caminhei e me apresentei, não como homem, talvez menino crescido, a ver sempre sua cadeira vazia; laços com o vazio substituíram a sua falta de palavra com a verdade, e diferente do vendedor de flores, teus filhos seguiram caminhos paralelos, aquele que escolhe o ceticismo e aquele que escolhe a rotina.

   Se as trilhas caminharam para com esse rumo, teu maior presente foi minha indiferença, no sentido que é meia-verdade, que toda essa "dor" um dia vai passar. Passar a ser crônica, sem muita afetividade a ela, passará por um chiclete grudado em meus pensamentos, e se tudo o que queria era gelo, ainda que me preocupando, terás simplesmente ausência de teu sucessor.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Ckfu YOU!

   Exercer minha parte hipócrita de vida, sentado numa cadeira a revisar materiais didáticos, cultura, também chamada de estudos gerais, ou escola fundamental. Desde criança, colocado a ver coisas que não lhe interessam, treinado para valer, valer dinheiro, ser mão de obra, ser escravo, mesmo que não por inteiro; cá estamos, exercendo o papel que sempre nos deixarão por inteiro.

   Pois somos hipócritas, antes sem mesmo saber o significado do próprio adjetivo. "Livres! É tudo isso o que somos." elas exclamam, seguido do velho acordo de pais e filhos, estudar pra poder ganhar... Ganhar? Dinheiro, troféu verde e quadrado, imagem ilustrativa do que os autores estão falando. Seu maior sonho? Foda-se, ninguém liga, o que importa é deles e você, bom, você fica pra outro dia...